31.8.21

Friedrich Hölderlin: "Sokrates und Alcibiades" / "Sócrates e Alcibíades": trad. de Antonio Cicero

 



Sócrates e Alcibíades



Por que honras, divino Sócrates,

   Sempre esse mesmo jovem? Não conheces nada maior?

       Por que o apreendem com amor, 

   Como aos deuses, os teus olhos?


Quem pensa o mais profundo, ama o mais vivaz

    Quem entende o nobre jovem é quem bem captou o mundo

          E, no fim das contas, o sábio

        Se curva bastante ao belo.





Sokrates und Alcibiades



»Warum huldigest du, heiliger Sokrates,

     Diesem Jünglinge stets? kennest du Größers nicht?

Warum siehet mit Liebe,

     Wie auf Götter, dein Aug' auf ihn?«


Wer das Tiefste gedacht, liebt das Lebendigste,

     Hohe Jugend versteht, wer in die Welt geblickt,

 Und es neigen die Weisen

      Oft am Ende zu Schönem sich.





HÖLDERLIN, Friedrich. "Sokrates und Alcibiades" / "Sócrates e Alcibíades". In:_____ Sämtliche Gedichte. Frankfurt am Main: Deutscher Klassiker Verlag, 2005.





2 comentários:

Cláudio disse...

Se curva, submisso, ao belo ?

Alcione disse...



Sentido

Essa coisa de sexo
É foda
Não tem nexo
Só ginga
Deixa-me livrar
Dessa doideira
Que me acompanha
A noite inteira
Vamos jogar, um game
Pra relaxar
E se o samba vier
Melhor ainda
Se for de colher
a farofa e a pinga
Vamos amar
Colher e comer uvas
Debaixo da chuva.