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8.8.11
Alain: de "Propos de littérature"
Quando um poeta lhe parecer obscuro, procure bem, e não procure longe. Não há de obscuro aqui senão o maravilhoso encontro do corpo e da ideia, que opera a ressurreição da linguagem.
ALAIN. Propos de littérature. Paris: Gonthier, 1964.
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5.2.10
Johann Wolfgang von Goethe: de "Aphorismen" / "Aforismos"
Quem acusa um autor de obscuridade devia antes espiar seu próprio interior, para ver se lá é mesmo claro: ao crepúsculo, um escrito perfeitamente compreensível torna-se ilegível.
Wer einem Autor Dunkelheit vorwerfen will, sollte erst sein eigenes Inneres beschauen, ob es denn da auch recht hell ist: in der Dämmerung wird eine sehr deutliche Schrift unlesbar.
GOETHE, Johann Wolfgang von. “Über Kunst und Kunstgeschichte. Aphorismen. Freunden und Gegnern zur Beherzigung”. Werke. Bd. 18. Berlin: Directmedia, 1988.
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