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4.6.16

Serge Nuñez Tolin: "En tout paysage" / "Em toda paisagem": trad. Júlio Castañon Guimarães




Em toda paisagem, há alguma coisa nascendo, a começar pelo olhar.

A visão não acaba onde ela chega, começaria até mesmo no ponto onde se perde.




En tout paysage, il y a quelque chose de naissant, à commencer par le regard.

La vue ne finit pas où elle porte, elle commencerait même au point où elle se perd.




NUÑEZ TOLIN, Serge. "En tout paysage" / "Em toda paisagem". In:_____. Noeud noué par personne / Nó dado por ninguém. tRAD. Júlio Castañon Guimarães. São Paulo: Lumme, 2015.

16.4.16

Serge Núñez Tolin: "Dire, aussi loin [...]" / "Dizer, até onde [...]": trad. de Júlio Castañon Guimarães




Dizer, até onde as palavras podem levar em direção ao que as
excede, o que não está em sua ordem dizer.

As palavras indefinidamente abertas: nó dado por ninguém, cujo
limite se desvanece com o movimento de se fechar.





Dire, aussi loin que les mots peuvent porter vers ce qui les
excède, ce qui n'est pas dans leur ordre de dire.

Les mots indéfiniment ouverts: nœud noué par personne, dont la
limite s'évanouit avec le mouvement de s'enclore.



TOLIN, Serge Núñez. "Dire, aussi loin [...]" / "Dizer, até onde [...]". In:_____. Nó dado por ninguém / Nœud noué par personne. Tradução de Júlio Castañon Guimarães. São Paulo: Lumme, 2015.