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5.9.13
Luis Lisboa: "Soneto"
Soneto
Tu és o quelso do pental ganírio
saltando as rimpas do fermim calério,
carpindo as taipas do furor salírio
nos rúbios calos do pijón sidério.
És o bartólio do bocal empíreo
que ruge e passa no festão sitério,
em ticoteio no partano estírio,
rompendo as gambas do hortomogenério.
Teus belos olhos que têm barlacantes
são camensúrias que carquejam lantes
nas duras pélias do pegal balônio;
são carmentórios de um carcê metálico,
de lúrias peles em que buza o bálico
em vertimbáceas do cental perônio.
LISBOA, Luis. "Soneto". In: CAMPOS, Geir. Pequeno dicionário de arte poética. Rio de Janeiro: Conquista, 1960,
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Luis Lisboa,
Poema
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