8.11.11

Augusto de Campos: Desplacebo




11 comentários:

Anderson Lucarezi disse...

putz, muito bom esse poema!

André disse...

isso sim é poesia. hehehehe

Márcia Maia disse...

belíssimo poema!

ADRIANO NUNES disse...

Cicero,

Que alegria ver Augusto de Campos aqui! viva o mestre!!!! Muito grato!!!!


Abraço forte,
Adriano Nunes

BAR DO BARDO disse...

boa articul
ação

ADRIANO NUNES disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Felipe Garcia de Medeiros disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lícia Dalcin disse...

Parabéns! Deliciosa sensibilidade lírica. E esssa de quebrar espelhos me lembrou Cecília Meireles, com seu sonoríssimo e divino "Gargalhada". Abraço. Doravante te admiro.

Guilherme Paoliello disse...

Belíssima homenagem à poesia! Uma "irredutível recusa à poesia não vivida", conforme sugeriu Vinícius.

Alcione disse...

Reparo

Reparo
O aro
Ar raro
Paro
Observo
feito um servo
da onda
que vai e vem
Totem
Modem
Alma pura da criatura
Que na luz desvanece
Nessa trilhas
Aonde brilhas
Estou a milhas
Cerca
Perca
Cisco obelisco
Pega o rabisco
Som que se espalha
No ritmo da voz

Jefferson Bessa disse...

A hora do poeta que sabe o que quer.
Muito bom!
Jefferson.