ACONTECIMENTOS
BLOG DE ANTONIO CICERO: poesia, arte, filosofia, crítica, literatura, política
Mostrando postagens com marcador
Arthur Rimbaud
.
Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador
Arthur Rimbaud
.
Mostrar todas as postagens
20.3.21
Arthur Rimbaud: "Le buffet" / "O armário": trad. de Ivo Barroso
›
O armário Grande armário esculpido: o carvalho sombreado, Muito antigo, adquiriu esse ar de bom dos idosos; E, aberto, o armário espraia e...
16.12.20
Arthur Rimbaud: "Ma Bohème" / "Minha Boêmia"
›
Minha Boêmia (fantasia) Lá ia eu, de mãos nos bolsos descosidos; Meu paletó também tornava-se ideal; Sob o céu, Musa! Eu fui teu súdit...
Um comentário:
30.12.18
Arthur Rimbaud: "Au Cabaret-Vert" / "No Cabaré--Verde"
›
No Cabaré-Verde às cinco horas da tarde Oito dias a pé, as botinas rasgadas Nas pedras do caminho, entrei em Charleroi. -- No Cabaré-...
2 comentários:
27.5.18
Arthur Rimbaud: "Bonne pensée du matin" / "Bom augúrio matutino": trad. de Ivo Barroso
›
Bom augúrio matutino Verão, às quatro da madrugada O sono do amor ainda demora. Sob os bosques dispersa a aurora O odor d...
11.3.18
Arthur Rimbaud: "Ô saisons, ô châteaux" / "Ó castelo, ó sazões": trad. de Ivo Barroso
›
Ó castelo, ó sazões Ó castelo, ó sazões Que alma é sem senões? Ó castelo, ó sazões, Eu fiz o mágico estudo Da ventura, que diz tud...
11.11.17
Arthur Rimbaud: "Antique" / "Alta antiguidade": trad. de Maria Gabriela Llansol
›
Alta antiguidade Gracioso filho de Pã! Em torno de tua fronte coroada de pequenas flores e bagas, teus olhos, esferas preciosas, irrequi...
6.7.15
Arthur Rimbaud: "Âge d'or" / "Idade de ouro": trad. Ivo Barroso
›
Idade de ouro Qualquer voz assim Angélica e rica – Trata-se de mim, – De cara se explica O mar de questões E toda procura Não tr...
4 comentários:
6.4.15
Arthur Rimbaud: "Chanson de la plus haute tour" / "Canção da torre mais alta": trad. de Claudio Daniel
›
Canção da torre mais alta Ociosa juventude De tudo pervertida Por minha virtude Eu perdi a vida. Ah! Que venha a hora Que as alma...
30.1.14
Arthur Rimbaud: "Obscur et froncé comme un oeillet violet" / "Franzida e obscura flor, como um cravo violeta": trad. Ivo Barroso
›
Franzida e obscura flor, como um cravo violeta, Respira, humildemente anichado na turva Relva úmida de amor que segue a doce curva Das...
4 comentários:
21.7.13
Arthur Rimbaud: "Voyelles" / "Vogais": trad. Ivo Barroso
›
Vogais A negro, E branco, I rubro, U verde, O azul: vogais, Um dia hei de dizer vossas fontes latentes: A, negro e veludoso enxame d...
Um comentário:
13.4.13
Arthur Rimbaud: "L'Éternité" / "A Eternidade": trad. Ivo Barroso
›
A Eternidade Achada, é verdade? Quem? A Eternidade. É o mar que se evade Com o sol à tarde. Alma sentinela Murmura teu rogo De...
10 comentários:
18.1.10
Arthur Rimbaud: "Le dormeur du val" / "O adormecido do vale": tradução de Ivo Barroso
›
O Adormecido do vale Era um recanto onde um regato canta Doidamente a enredar nas ervas seus pendões De prata; e onde o sol, no monte que su...
11 comentários:
25.3.08
Arthur Rimbaud: Venus Anadiomène
›
Em comentário aos "Quatro sonetos a Afrodite Anadiómea" de Jorge de Sena, Homo Antiquus citou o soneto "Venus Anadyomène...
4 comentários:
›
Página inicial
Ver versão para a web