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BLOG DE ANTONIO CICERO: poesia, arte, filosofia, crítica, literatura, política

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26.11.20

António Botto: "Quem não ama não vive"

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  Quem não ama não vive Já na minha alma se apagam As alegrias que eu tive; Só quem ama tem tristezas, Mas quem não ama não vive. Andam péta...
9.7.19

António Botto: "Não. Beijemo-nos apenas"

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I Não. Beijemo-nos, apenas, Nesta agonia da tarde. Guarda –  Para outro momento Teu viril corpo trigueiro. O meu desejo não ar...
25.10.17

António Botto: "Venham ver a maravilha"

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Venham ver a maravilha Do seu corpo juvenil! O sol encharca-o de luz, E o mar, de rojos, tem rasgos De luxúria provocante. Avanço. ...
24.3.16

António Botto: "Foi tarde de julho"

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Foi tarde de julho Foi numa tarde de julho. Conversávamos a medo, – Receios de trair Um tristíssimo segredo. Sim, duvidávamos amb...
Um comentário:
3.2.15

António Botto: "Sê jovem"

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Sê jovem Sê jovem, jovem, apenas. Não faças literatura nem ponhas o melancólico aspecto de quem sabe e se debruça nos abismos d...
23.6.12

António Botto: "Quanto, quanto me queres?"

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Quanto, quanto me queres? — perguntaste Numa voz de lamento diluída; E quando nos meus olhos demoraste A luz dos teus senti a luz da v...
3 comentários:
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